Nos meus 75 anos já me sinto cansado pelo tempo. Em algumas festividades ou reuniões festivas de nossa amada Oeiras eu vou, e outras, nem mesmo sendo chamado, não tenho vontade de ir; mas o santo sacrifício da Missa, como também o desenrolar de uma sessão magna dirigida pela professora Rita Campos, na qual comemorava-se o centenário de nascimento do Professor e Dr. Possidônio Nunes de Queiroz – eu o chamava “Divina Arte”– senti um imenso prazer ao assistir o decorrer de tudo; os bandolins que falavam mais alto, a suavidade da flauta idêntica à do pai, vinha como se fossem ondas sobre ondas, tocada pelo filho caçula Pastor Francisco Queiroz, observei a professora que disse do nascer do Instituto Histórico, mas esqueceu de falar da champanhe que eu, como garçom, servi naquele momento solene em que Oeiras é relíquia.”José Hipólito Marinho ( Zé de Helena)
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